Desculpe, mais ninguém no mundo, consegue viver sozinho.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Rir é correr risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Estender a mão é correr o risco de se envolver. Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas. Amar é correr o risco de não ser correspondido. Viver é correr o risco de morrer. Confiar é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de fracassar. Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem. Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre.
Autor Desconhecido
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Porque tudo o que as vezes desejamos, se torna algo indesejável? Porque tudo que é bom um dia tem que acabar? Porque nós temos que nos separar? Nos separar dos nossos melhores amigos. Aqueles com quem eu construí uma história. Aqueles com quem eu ri, eu chorei, eu compartilhei os meus mais profanos segredos. Aqueles com quem me diverti, com quem sai, com quem briguei. Aqueles que por mais forte que fosse a intriga, te perdoava, e tudo voltava a ser como antes. Tenho certeza que depois que os anos passarem, e que quando de repente aquele pensamento, dos momentos da juventude, voltar à tona, um sorriso seguido de uma lágrima irá brotar na minha face. Porque à saudade irá entrar em serviço.
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